segunda-feira, 7 de julho de 2008

!! CAIXA DE ENTRADA !!

Muitos de nós vivemos nossas vidas como se o propósito secreto dela fosse, de alguma forma, cumprir todas as tarefas.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cedo, evitamos o prazer, e fazemos nossos amados esperarem. É com tristeza que tenho visto muitas pessoas manterem os seres amados a distância por tanto tempo que eles perdem interesse em manter a relação. Quase sempre nos convencemos de que nossa obsessão com a lista do que " temos a fazer " é temporária- que, uma vez que tenhamos chegado ao fim da lista, ficaremos calmos, tranquilos,e felizes. Mas isso, na realidade, raramente ocorre. Á medida que os itens vão sendo ticados, surgem outros novos para substituí-los. A realidade da " caixa de entrada " é que seu único sentido é ter itens que a completem- de maneira que nunca esteja vazia. Sempre haverá telefonemas que precisam ser dados, projetos a serem desenvolvidos, e trabalho a ser feito. De fato, podemos argumentar até que uma " caixa de entrada "cheia é fundamental para nossa noção de sucesso. Significa que nosso tempo está sendo requisitado!
Independente de quem você seja ou do que faça, no entanto, lembre-se que nada é mais importante do que a sensação de felicidade e paz interior e de pessoas que nos amam. Se você é do tipo obcecado com coisas a serem feitas, nunca terá a sensação de bem-estar! Na verdade, quase tudo pode esperar.
Muito pouco de nossa vida de trabalho realmente se encaixa na categoria de " emergência ".
Se você se mantém concentrado no seu trabalho, ele será feito em tempo hábil.
Eu acredito que se me lembrar( frequentemente) que o propósito da vida não é fazer tudo, mas aproveitar cada passo no caminho e viver uma vida repleta de amor, será muito mais fácil para mim controlar minha obsessão em relação à execução de listas de coisas a serem feitas. Lembre-se, quando você morrer, ainda haverá coisas por completar. E sabe do que mais? Alguém as fará por você! Não desperdice nenhum dos momentos preciosos de sua vida lamentando o inevitável.



Autor: Richard Carlson,Ph.D.

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