domingo, 11 de maio de 2014
FELIZ DIA DAS MÃES.
A mãe é a nuvem
Que enche e despeja
A mãe é a luz
Que está sempre acesa
A mãe é a vida
Que dá ao nascer
A mãe é o tempo
Que passa a correr
A mãe que eu tive
A mãe que eu sou
A mãe orgulhosa
Que seu filho gerou
A mãe é a fada
Que dá o condão
A mãe dá a vida
E reparte o pão
A mãe é a lua
Cercada de estrelas
A mãe é a água
Pura das ribeiras
A mãe é a flor
Que vamos cheirar
A mãe é a pérola
Que queremos guardar
Se tens tua mãe
Dá-lhe o teu carinho
Dá-lhe o teu amor
Dá-lhe mil beijinhos
(Amélia Bento).
Foto da imagem:
http:www.google.com.br
quinta-feira, 6 de março de 2014
TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI.
Há uma quebra na história familiar onde as
idades se acumulam e se sobrepõem e a
ordem natural não tem sentido: é quando
o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear
como se estivesse dentro de uma névoa.
Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força
nossa mão já não tem como se levantar sozinho.
É quando aquele pai, que antigamente mandava
e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura
onde é a porta e onde é a janela- tudo é corredor,
tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador,
fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará
de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão
trocar de papel e aceitar que somos responsáveis
por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende
de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja
curiosamente nossa última gravidez. Nosso
último ensinamento. Fase para devolver os cuidados
que nos foram confiados ao longo das décadas, de
retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos
bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos,
vamos alterar a rotina dos móveis para criar os
nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra
no box do chuveiro.
A barra é emblemática, a barra é simbólica, a barra é
inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um
temporal para os pés idosos de nossos protetores.
Não podemos abandoná-los em nenhum momento,
inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos
pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados,
sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com o objetos,
envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos
cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvidas
e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores,
engenheiros frustrados. Como não previmos que os
pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do
acesso caracol, nos arrependeremos de cada
obstáculo e tapetes.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte,
e triste do filho que aparece somente no enterro e
não de despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até
seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama
para a maca, buscando repor os lençóis, quando o
Zé gritou de sua cadeira:
- Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu
pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra o peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo
câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo
equivalente à sua infância, um tempo equivalente
à sua adolescência, um bom tempo, um tempo
interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
- Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua
vida é que seu filho está ali!
(Fabrício Carpinejar).
Fonte da imagem:
http://www.google.com.br
Amigos estou de volta.
Beijooo.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
ABRAÇO.
Já se comprovou que todos necessitamos de
contato físico para nos sentirmos bem, e uma
das formas mais importantes de contato físico
é o abraço.
Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos
vida aos nossos sentimentos e reafirmamos a
confiança nos nossos próprios sentimentos.
Algumas vezes não encontramos as palavras
adequadas para expressar o que sentimos; o
abraço é a melhor maneira.
Há vezes que não atrevemos a dizer o que
sentimos, seja por timidez ou porque os
sentimentos nos avassalam; nesses casos pode-se
contar com o idioma dos abraços.
Os abraços, além de nos fazerem sentir bem,
empregam-se para aliviar a dor, a depressão
e a ansiedade.
Provocam alterações fisiológicas positivas em
quem toca e em quem é tocado.
Aumenta a vontade de viver aos enfermos.
É importante saber que: Os abraços são
necessários para o desenvolvimento, manter-se
são e para crescer como pessoa.
O que nos dá um abraço?
Proteção
O sentir-se protegido é importante para todos,
mas é o mais para as crianças e mais velhos,
que frequentemente dependem do amor de quem
nos rodeia.
Segurança
Todos necessitamos de nos sentirmos seguros.
Se não o conseguimos, atuamos de forma ineficaz
e as nossas relações interpessoais declinam.
Confiança
A confiança faz-nos avançar quando o medo se
impõe ao nosso desejo de participar com
entusiasmo em algum desafio da vida.
Força
Quando transferimos a nossa energia com um
abraço, as nossas próprias forças aumentam.
Saúde
O contato físico e o abraço partilham uma energia
vital capaz de sanar ou aliviar enfermos.
Auto- valorização
Através do abraço podemos transmitir uma
mensagem de reconhecimento do valor e
excelência de cada individuo.
Um abraço
Faz e Diz Muitíssimo;
Abraça o teu amigo;
Abraça os teus entes queridos;
Abraça as tuas crianças;
Abraça o teu animal de estimação...
Abraça a todos!
Um gdeeeeeeeeeeeeeeeee abraço para vcs queridos amigos.
(desconheço autoria).
Obs: caso alguém saiba quem é o autor(a), desse texto
avise-me para que possa dar os devidos créditos.
Fonte da imagem:
www.google.com.br.
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